A greve dos assistentes operacionais levou ao encerramento de dezenas de escolas em todo o país esta sexta-feira.

A paralisação de três dias foi convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) para reivindicar uma resposta aos problemas dos trabalhadores das carreiras gerais da função pública, além de melhores salários, tendo esta sexta-feira sido dedicada aos assistentes operacionais.

Um pouco por todo o país a paragem dos assistentes operacionais obrigou muitas escolas a fechar as portas.

Em Coimbra, onde a adesão à greve chegou 90%, além das escolas, grande parte das cantinas universitárias também não serviram refeições.

No Porto, a greve dos assistentes operacionais levou ao encerramento de cerca de 60 escolas. O sindicato diz que 70% dos trabalhadores aderiram à paralisação na região norte.

Na escola Secundária de Rio Tinto, em Gondomar, dezenas de trabalhadores juntaram-se em protesto para alertar que num universo de 1500 alunos, 26 assistentes não são suficientes.

A Federação dos Sindicatos dos Trabalhares em Funções Públicas tem duas greves agendadas, uma no dia 6 de março, para as carreiras não revistas, e outra no dia 7, para a carreira nova do TAS (Técnico Auxiliar de Saúde).