
Bárbara Norton de Matos vive, atualmente, uma fase desafiante, já que se encontra de regresso à área que mais a apaixona: a representação.
A atriz faz parte do elenco da peça 'Pára, que é urgente!', com esta participação a marcar o seu regresso, após vários anos, ao teatro. E, ainda que com este desafio pela frente, a comunicadora não deixa de lado, ainda assim, a área dos negócios.
Há já vários anos que Bárbara, inclusive, tem apostado na venda de produtos próprios, de uma marca criada por si, e que desenvolveu durante os períodos em que esteve mais afastada enquanto atriz. No entanto, parece que enfrenta, agora, uma situação mais 'polémica'.
Isto porque, pelas redes sociais, mas também por alguma imprensa, foi-se comentando que alguns dos produtos que a atriz vende no seu site - sobretudo biquínis mas também óleos corporais, por exemplo - poderiam ser encontrados noutras plataformas, como Temu, Shein ou Ali Express, a preços mais baixos.
Perante os comentários feitos à situação, Bárbara Norton de Matos aproveitou a manhã desta sexta-feira, 29 de agosto, para 'quebrar o silêncio', partilhando uma "nota de esclarecimento".
"Nota de esclarecimento aconselhada pelo meu advogado em relação a coisas que andam para aí a dizer, muita mentira também: Eu tenho produtos exclusivos feitos por mim, cem por cento portugueses, fui eu que escolhi os ingredientes, fiz tudo desde raíz. O que é que são? As águas de colónia e os óleos hidratantes para o corpo. São cem por cento meus. Os biquínis são feitos em Portugal, desenhados pela minha filha, por isso também são exclusivos meus", disse desde início.
Já sobre os acessórios que também vende, a empresária explicou que "não são feitos" por si mas sim "encomendados a um fornecedor".
"Como é óbvio esse fornecedor não é português, também não é chinês (…), esse fornecedor manda-me um catálogo e eu escolho aquilo que quero. Agora se aparecem em sites chineses, quero lá saber disso, eles imitam tudo. Há sempre réplicas autênticas nessas plataformas. Por isso, não percebo".
Já sobre os preços que pratica, avançou: "Não há nenhuns brincos a valores que falam que eu vendo, acho que estão a um preço bastante acessível (…). Eu não obrigo ninguém, compra quem quer", referiu por fim.
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